Quando os escravos correrem sobre os espinhos das almas presas
Conviria às feras do que aos homens sobreviver em estado dormente
Esfarelando os ossos, em continua meditaçao da morte
Entre espinheiros e matagais, com uma cara diabólica,
com um santo em cada lado e outrém lavando seus pés
Cantando e gritando!
-Deus lhe fala em segredo-
'isso foi o que voces acreditaram
isso é o que voces tem como paraíso'.
A fim de arrancar dolorosamente as entranhas
Fica vergonhosamente roxo, por vaidade culpável,
Roxo daqueles que escondem-se sob peles esticadas
Tornando-o homem superior,
Do que a severa esperança que Deus irá salvá-lo
Endurecido no mal, no medo sagrado, num silêncio profundo,
num teatro enchido de horror
Por essa briga perigosa, com a navalha enferrujada
Suplicando a sobrevivência á sua própria morte
O último estimulo doce de padecer
O dia em seu banquete
A suposta apariçao maquiadora
No monte em que aquele mesmo ser mal divino,
Fixou sua morada em flamas
Acabando com o ar puro
Conviria às feras do que aos homens sobreviver em estado dormente
Esfarelando os ossos, em continua meditaçao da morte
Entre espinheiros e matagais, com uma cara diabólica,
com um santo em cada lado e outrém lavando seus pés
Cantando e gritando!
-Deus lhe fala em segredo-
'isso foi o que voces acreditaram
isso é o que voces tem como paraíso'.
A fim de arrancar dolorosamente as entranhas
Fica vergonhosamente roxo, por vaidade culpável,
Roxo daqueles que escondem-se sob peles esticadas
Tornando-o homem superior,
Do que a severa esperança que Deus irá salvá-lo
Endurecido no mal, no medo sagrado, num silêncio profundo,
num teatro enchido de horror
Por essa briga perigosa, com a navalha enferrujada
Suplicando a sobrevivência á sua própria morte
O último estimulo doce de padecer
O dia em seu banquete
A suposta apariçao maquiadora
No monte em que aquele mesmo ser mal divino,
Fixou sua morada em flamas
Acabando com o ar puro
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