Eu continuo fumando, tragando e morrendo.
Sigo meditando e procurando e
duvidando e caindo
e entrando noutra,
noutro poço,
enchendo-me do vazio,
transbordando de respostas vagas,
cheio de preenchimento,
cheio de perguntas que me fazes e não me respondes.
Imenso vazio dos campos de maçã.
Aquele vazio que insiste em esvaziar os bons fluídos.
Que jorra e foge e sopra e engana os desenganados.
Como eu, aqui te confesso: Falhei, mas vi.
Pobre de ti que não permite falhas.
Não aprenderás a errar e
tão pouco aprenderás a sentir.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
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