Me despedaça e desconcerta;
Me acaricia e cativa;
Me ilumina e estimula;
Busco sempre encontrar e quando encontro, me acanho, olho para qualquer pedra no chão ou para qualquer pássaro no céu;
Sou eu digno de tal olhar?
Sou eu digno de olhar?
Às vezes tudo se dá por certo, estufo o peito e retribuo, lisonjeado, tamanha afeição;
Outrora, como em um estalar de dedos, tudo parece não ter existido;
E afinal, existiu?
Pelo menos para mim, sim!
terça-feira, 22 de abril de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário