segunda-feira, 18 de maio de 2015

As relações humanas


Em todos os dias da minha vida, em cada lugar que frequento, em cada diálogo que participo; encontro razões para pensar e escrever sobre um tema que tanto me fascina: o ser humano e seu comportamento para com seus semelhantes.

Ao longo da evolução das sociedades, passamos a viver  mais próximos, em grandes centros urbanos e, cada vez mais dependentes uns dos outros. O homem que sobrevive sem o homem, parece estar se tornando coisa rara nos dias de hoje, e somos obrigados a estabelecer boas relações por todos os lados.A sociedade impõe a necessidade de socializar e, eu, acredito no poder das boas relações interpessoais, independentemente do fim ao qual se destinam.

Boa educação, cordialidade, solidariedade e humanidade entre tantos outros valores são inerentes à vida em sociedade, porém muitas vezes, parecem ser esquecidos por nós, humanos racionais. Parece tão óbvio, mas no dia a dia nos deparamos com “caras fechadas” e “ patadas” sem nenhum precedente e tais situações são capazes de nos desmotivar ou até mesmo nos fazer agir com a mesma grosseria, comprometendo de vez a comunicação. Como membro da sociedade, convivo com meus semelhantes e mais, trabalho diretamente com eles. No meu cotidiano ocupacional, não passo um dia sequer sem precisar visitar um cliente, fazer diversas ligações, solicitar informações, exigir ações...

Quando se precisa trabalhar diretamente com seres humanos, os valores supracitados são ainda mais relevantes. Na vida, profissional ou não, a educação é extremamente importante. Um “bom dia”, um “boa tarde”, “muito obrigado”, “eu que agradeço”, “bom trabalho”, “boa semana”, “boa sorte”, um gesto de cordialidade ou de presteza ou até mesmo um simples sorriso não arrancam o braço de ninguém e nos faz queridos e estimados, independente se a pessoa com quem estamos tratando é um familiar,  um amigo ou um desconhecido. Polidez cativa as pessoas, estreitando relações.

Se todos nós tivéssemos o bom senso de nos colocarmos no lugar dos outros, agindo da maneira que gostaríamos que agissem conosco,  com certeza a convivência seria muito mais fácil. É cultural, ou melhor, deveria ser!

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