Em todos os
dias da minha vida, em cada lugar que frequento, em cada diálogo que participo;
encontro razões para pensar e escrever sobre um tema que tanto me fascina: o
ser humano e seu comportamento para com seus semelhantes.
Ao longo da
evolução das sociedades, passamos a viver
mais próximos, em grandes centros urbanos e, cada vez mais dependentes
uns dos outros. O homem que sobrevive sem o homem, parece estar se tornando
coisa rara nos dias de hoje, e somos obrigados a estabelecer boas relações por
todos os lados.A sociedade impõe a necessidade de socializar e, eu, acredito no
poder das boas relações interpessoais, independentemente do fim ao qual se
destinam.
Boa educação,
cordialidade, solidariedade e humanidade entre tantos outros valores são
inerentes à vida em sociedade, porém muitas vezes, parecem ser esquecidos por
nós, humanos racionais. Parece tão óbvio, mas no dia a dia nos deparamos com “caras
fechadas” e “ patadas” sem nenhum precedente e tais situações são capazes de
nos desmotivar ou até mesmo nos fazer agir com a mesma grosseria, comprometendo
de vez a comunicação. Como membro da sociedade, convivo com meus semelhantes e
mais, trabalho diretamente com eles. No meu cotidiano ocupacional, não passo um
dia sequer sem precisar visitar um cliente, fazer diversas ligações, solicitar
informações, exigir ações...
Quando se
precisa trabalhar diretamente com seres humanos, os valores supracitados são
ainda mais relevantes. Na vida, profissional ou não, a educação é extremamente
importante. Um “bom dia”, um “boa tarde”, “muito obrigado”, “eu que agradeço”,
“bom trabalho”, “boa semana”, “boa sorte”, um gesto de cordialidade ou de
presteza ou até mesmo um simples sorriso não arrancam o braço de ninguém e nos
faz queridos e estimados, independente se a pessoa com quem estamos tratando é
um familiar, um amigo ou um desconhecido.
Polidez cativa as pessoas, estreitando relações.
Se todos nós tivéssemos
o bom senso de nos colocarmos no lugar dos outros, agindo da maneira que
gostaríamos que agissem conosco, com
certeza a convivência seria muito mais fácil. É cultural, ou melhor, deveria ser!
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